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César Souza é consultor, palestrante e presidente da Empreenda, autor de “Você é o Líder da Sua Vida?”. Apontado pelo World Economic Forum como um dos “200 Global Leaders for Tomorrow”.
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| 14/11/2008
EM CIMA DO LANCE
O LÍDER “PISA NA BOLA” QUANDO: INVENTA DESCULPAS  Fonte: www.latinstock.com
Se estiver sob pressão e não encontrar culpados, o líder pode recorrer a desculpas clássicas como falta de tempo, pressão externa, a burocracia, o sistema ou “forças ocultas”, expressão celebrizada pelo ex-presidente Jânio Quadros que, de forma atabalhoada, renunciou ao cargo, num misto de esperteza e incompetência.
A maior “pisada de bola” ocorre quando o líder joga fora a principal matéria-prima da liderança: a confiança. Quando os liderados – subordinados no trabalho, filhos, alunos ou membros formais ou informais de uma equipe – perdem a confiança no líder, pouco resta a fazer. A quebra de confiança normalmente é fatídica para o exercício da liderança.
E você, têm essa atitude?
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| 12/11/2008
EM CIMA DO LANCE
MUHAMMAD YUNUS (Prêmio Nobel da Paz em 2006) é o novo MAHATMA GANDHI?

Hoje tive a sensação que estava ao lado de Mahatma Gandhi. Em 1939 o mundo se preparava para a Segunda Grande Guerra Mundial e aquele franzino indiano pregava o que parecia impossível: uma solução pacífica para a independência da Índia, até então colônia da Inglaterra, que foi obtida em 1947.
Agora, 50 anos depois, no meio dessa crise financeira que atormenta o mundo, um franzino homem de Bangladesh relata os resultados impressionantes que tem obtido com o Grameen Bank ao fornecer micro-crédito para os excluídos daquele País. Começou emprestando 27 dólares para 42 mulheres que viviam em condições miseráveis. Ano passado emprestou mais de 1 bilhão de dólares para 7 milhões de pobres. O Banco que dirige tem 28 mil funcionários que operam mais de 2 mil agencias.
Tive a honra de coordenar a palestra que ele proferiu hoje na ExpoManagement, promovida pela HSM. Ele me revelou que o acesso ao crédito deveria ser considerado um dos Direitos Fundamentais do Ser Humano. O Professor Yunus não gosta de filantropia e deu uma aula sobre como respeitar o ser humano oferecendo-lhe condições de acesso e dignidade em vez de dar esmolas e “bolsas” que desestimulam o trabalho.
Yunus é um novo tipo de pessoa, um empreendedor social que semelhante ao Gandhi de 1939, está pregando em 2008 o que parece impossível: ajudar a criar um “Mundo sem Pobreza” título do livro que acaba de lançar e que me presenteou com um carinhoso autógrafo, lembrança de um momento inspirador.
Para informações adicionais clique no site www.hsm.com.br
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| 11/11/2008
ARTIGO DA SEMANA
SEU MELHOR NEGÓCIO É VOCÊ MESMO
 Fonte: www.latinstock.com
O primeiro passo para traçar um plano de negócios para sua carreira e fazer dela um sucesso é mudar sua forma de pensar. Não adianta fazer um exercício mecânico. Você tem de colocar sua alma nesse projeto. Para isso, saia da zona de conforto que construiu nos últimos anos. Entenda que você é o responsável por sua carreira. Esta década será lembrada no futuro como o início de uma revolução, o momento em que um grande número de pessoas reassumiu as rédeas de seu destino, que havia sido de certa forma delegado à empresa, ao governo, à igreja... Nesse novo cenário, a primeira regra é fugir do convencional. Faça diferente. Se você tem tido sucesso e se acostumou a pensar e a fazer as coisas de uma forma nos últimos oito ou dez anos, saiba que isso não garante o seu futuro. O maior inimigo do sucesso é o próprio sucesso, que acaba fazendo você se acomodar.
Outra forma de pensar que pode ajudar muito seu posicionamento estratégico no mercado de trabalho: a empregabilidade está na floresta e não na árvore. Ou seja, suas opções não se limitam à empresa onde trabalha. Quando pensam em mercado de trabalho, muitos profissionais se limitam apenas à concorrência. Amplie seus horizontes. As oportunidades podem estar nos distribuidores dos produtos de sua empresa, em algum parceiro ou fornecedor estratégico. Até mesmo em uma lacuna na cadeia de valor do negócio, onde você poderia montar sua própria empresa e prestar serviços para o atual empregador. Para identificar e abrir essas possibilidades, você precisa responder a uma pergunta decisiva: onde quer estar em 2013? Já visualizou o futuro que gostaria de inventar? Muitos profissionais acabam dedicando pouquíssimo tempo a pensar aonde desejam chegar, a construir seu futuro, a sonhar de olhos abertos com os pés no chão. É fundamental perceber que o importante não é de onde você veio, nem onde está, mas aonde você quer chegar.
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| 10/11/2008
EM CIMA DO LANCE
O LÍDER HUMILDE
 Fonte: www.latinstock.com
Outra condição necessária que o líder deve exercer na liderança eficaz é a humildade.
A falta de humildade é o grande calcanhar-de-aquiles dos líderes. Alguns mal iniciam sua escalada de sucesso e já começam a ficar arrogantes. Por falta de maturidade ou de preparo, perdem-se no caminho. A humildade não é uma atitude apenas altruísta; ela se reflete em uma série de hábitos diários, como capacidade de ouvir, respeito pelo outro, solidariedade, generosidade, compaixão, disposição para dar novas oportunidades, defesa do “nós” em detrimento do “eu”.
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| 07/11/2008
LÍDER NA PRÁTICA
O CONSTRUTOR DE PONTES NORBERTO ODEBRECHT  Fonte: Divulgação
Tive oportunidade de aprender o que significa a liderança 360 graus com um grande mestre. O engenheiro Norberto Odebrecht já dizia há 50 anos que os resultados de uma empresa estão sempre do “lado de fora”. Do “lado de dentro” predominam os custos, como ele gostava de afirmar. Logo, é preciso liderar do “lado de fora”. Na época nem se falava em globalização. Os setores de uma empresa, em geral, se concentravam no mesmo prédio e o mercado a ser conquistado era o local. Imagine agora que os diversos departamentos podem estar em países diferentes e os clientes, nos mais variados cantos do planeta.
Norberto salientava que, às vezes, convém mudar a estrutura para atender o cliente. “Quando o cliente entra pela porta, a estrutura deve sair pela janela” é outra de suas frases célebres, de um pragmatismo surpreendente. No fundo, o que ele ensinava e sempre praticou nos seus negócios é que uma estrutura organizacional deve ser montada de fora para dentro, ou seja, a partir das peculiaridades dos clientes visados pela empresa. Isso é exatamente o contrário da prática atual. A grande maioria das empresas até hoje define a estrutura que lhe é mais conveniente e espera que o cliente se adapte à sua forma de organização. E, veja só, ainda dizem que têm “foco no cliente”...
Um líder como Norberto Odebrecht não fica atento apenas ao que se passa dentro das paredes do seu escritório; enxergam o contexto. Em síntese, o líder 360 graus é um “construtor de pontes” entre a empresa e todos os atores da ecologia do seu negócio, em vez do “construtor de paredes” que no passado separou a empresa dos seus clientes e a isolou da sociedade.
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| 04/11/2008
EM CIMA DO LANCE
FOCO E DISCIPLINA
 Fonte: www.latinstock.com
Ter foco não significa fazer uma coisa de cada vez, pois no mundo atual essa não é uma atitude vencedora. A realidade requer pessoas multifocadas. Mas ter foco implica saber definir claramente as prioridades, hierarquizar as ações.
Neste mundo fragmentado e de múltiplos estímulos em que vivemos corremos o risco de dispersar nossos objetivos e de empreender esforços na direção errada. Para surpreender pelos resultados é necessário ter muita disciplina, concentração e foco.
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| 03/11/2008
EM CIMA DO LANCE
O LÍDER “PISA NA BOLA” QUANDO: CULPA OS OUTROS  Fonte: www.latinstock.com
Quando os líderes se sentem acuados por resultados que não conseguem obter ou promessas que não cumprem, quando são questionados por seus liderados ou pressionados pela opinião pública, podem vir a cometer um dos erros mais comuns nos momentos de dificuldade: o de sempre culpar os outros. Os alvos preferidos são o marido ou a mulher, o chefe, a empresa, o governo, o concorrente, a tecnologia, o clima, o acaso, a falta de sorte; às vezes, até mesmo Deus é invocado como uma espécie de bode expiatório para a incompetência de um líder. Isso sempre dá origem à “caça às bruxas”, desencadeando um clima de medo, mentiras, baixa produtividade e desconfiança.
E você, têm essa atitude?
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| 29/10/2008
LÍDER NA PRÁTICA
OS VALORES PODEM SE MANIFESTAR NAS CONDIÇÕES MAIS ADVERSAS  Fonte: www.fca.pucminas.br
Ex-catadora de lixo de Belo Horizonte Maria das Graças Marçal, conhecida popularmente como “dona Geralda”, fundou a Asmare (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável). Trata-se de um projeto social que atende várias dezenas de catadores na capital mineira e já recebeu diversos prêmios pelo seu caráter inovador. Inclusive, a oportunidade de ir pessoalmente, em 1999, à sede da ONU, em Nova York, para receber o Prêmio Unesco na categoria Ciência e Meio Ambiente.
Um feito e tanto para quem começou a catar papel aos 8 anos de idade, quando a família resolveu deixar o interior de Minas Gerais para buscar oportunidade na capital. Com a morte do pai, três meses depois, a mãe e os quatro filhos ficaram na indigência, sendo obrigados a viver do lixo. Dos 8 aos 16 anos, dona Geralda carregou lixo na cabeça. A partir dos 16, começou a puxar o carrinho, principal instrumento de trabalho do catador, que chega a puxar até meia tonelada usando a força das pernas e das mãos.
As iniciativas de Dona Geralda demonstram que empreender é um estado de espírito e não sinônimo de pessoa jurídica. O negócio que ela dirige não recicla apenas lixo; recicla vidas. Existe valor mais nobre? Existe resultado mais surpreendente do que o que dona Geralda consegue? Ela pode até não gostar de ser chamada de líder – para ela, um “apelido” muito complicado –, mas faz tudo aquilo que o líder deve fazer: motiva pessoas em torno de uma causa, apresenta resultados surpreendentes, lidera onde se faz necessário e forma outros líderes. Finalmente, mas não em último lugar, inspira por valores que enobrecem aqueles que abraçam a causa.
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| 28/10/2008
ARTIGO DA SEMANA
CAPACIDADE DE VALORIZAR O CARÁTER DAS PESSOAS. Fonte: www.latinstock.com
Ao recrutarmos profissionais para fazerem parte da nossa equipe, tendemos a privilegiar suas competências técnicas, o conhecimento do negócio, o currículo escolar e as experiências anteriores. Tudo isso é importante, mas um conjunto de competências intangíveis está se tornando fundamental para o sucesso: atitudes, hábitos e crenças – enfim, os valores e o caráter das pessoas.
Se pensarmos bem, não adianta contratar técnicos excepcionais, MBAs graduados com louvor, gente com muita cancha no negócio, se essa pessoa jogar no time do “eu sozinho” e não souber trabalhar em equipe; se tiver dificuldades em se relacionar e não se comunicar bem; se for pessimista; ou, pior, se cometer deslizes tais como distorcer dados ou fizer “fofoca” no ambiente de trabalho.
Assim, a velha máxima que faz referência à “pessoa certa no lugar certo” continua válida na principal missão do líder em uma organização a de montar sua equipe. Quando o líder não investe o suficiente no recrutamento e na seleção, paga um alto preço depois: passa mais tempo administrando problemas causados por essas pessoas do que buscando oportunidades que o negócio poderia aproveitar. Mas escolher a pessoa certa no lugar certo precisa ser complementado por “no momento certo”. E mais: o líder deve sempre se preocupar não apenas em escolher, mas também em “ser a pessoa certa no lugar certo no momento certo”.
Se desconfiar que não é, o melhor que tem a fazer é mudar antes de ser mudado. A postura de privilegiar os valores das pessoas é particularmente útil nos momentos iniciais da formação do futuro líder. Assim, é ideal que pais, mães, professores e orientadores valorizem o caráter de seus filhos, alunos e pacientes, sempre considerando as atitudes desses com peso pelo menos semelhante ao que é dado ao desempenho de tarefas, às notas escolares e à competência técnica.
Quanto aos liderados, vale a pena seguir uma regra de ouro: preferiria líderes que inspiram pelo caráter e pelos valores àqueles que se notabilizam apenas pelo que sabem fazer. O “como” é tão importante quanto o “quê”. Atenção: não são apenas os líderes que têm o poder de escolher quem vai liderar. Os liderados também têm a liberdade de escolher quem de fato vai liderá-los – não estou dizendo chefiá-los ou comandá-los. Na maioria das vezes são os liderados que “escolhem” os líderes, aceitando-os ou não como tal.
E você, valoriza mais o caráter das pessoas ou o currículo que apresentam?
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| 24/10/2008
EM CIMA DO LANCE
INICIATIVA, PROATIVIDADE E NÃO-ACOMODAÇÃO Fonte: www.latinstock.com
O maior inimigo do sucesso é o sucesso. Infelizmente isso acontece porque ele tende a gerar acomodação tanto nas pessoas quanto nas empresas, em especial nas que são líderes de mercado e estão acostumadas a ganhar. O antídoto para a “doença do sucesso” é criar uma cultura de não-acomodação, iniciativa, proatividade, insatisfação contínua com os patamares atingidos.
Dê logo o primeiro passo em direção ao futuro que deseja construir.
E você, o que deveria ter feito que ainda não teve a coragem de fazer? Não espere acontecer.
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| 23/10/2008
EM CIMA DO LANCE
O LÍDER “PISA NA BOLA” QUANDO: DIZ UMA COISA E FAZ OUTRA Fonte: www.latinstock.com
O célebre “faça o que digo, mas não faça o que faço” não é mais aceito. As pessoas exigentes desejam ser inspiradas pelo exemplo e não por um discurso teatral.
Embora o líder nem sempre se dê conta de que é constantemente observado, como se estivesse em uma vitrine, seus liderados acompanham atentamente o que ele faz, as prioridades de sua agenda, os alvos de suas críticas ou elogios, o que desperta seu mau humor, quem ele promove, a quem delega e em quem confia, a quem recebe e com quem gosta de falar.
Com base no que observam – independentemente do que diz o líder –, as pessoas tiram suas próprias conclusões sobre o que é realmente importante, o que é verdadeiramente urgente, e quem é, de fato e não na aparência, aquele líder. Quando as palavras estão de acordo com as ações, a credibilidade e a influência do líder aumentam. Caso contrário – se o líder fala uma coisa e faz outra –, sua credibilidade cai.
E você, têm essa atitude?
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| 22/10/2008
EM CIMA DO LANCE
RECONHECIMENTO DO LÍDER Fonte: www.latinstock.com
A principal moeda de troca dentro de uma organização é o reconhecimento à contribuição dada. O Líder sabe propor desafios superiores à capacidade que as pessoas imaginam possuir. Tenta, assim, motivá-las a se superarem e se desenvolverem. Por isso demonstra reconhecimento quando as pessoas atingem os resultados desejados. E mais ainda quando celebram juntos mesmo as pequenas vitórias.
Apesar de óbvia, a seqüência Desafio – Reconhecimento – Celebração é mais exceção que a regra. A maioria dos pais, mães, professores e executivos raramente reconhece o valor e a contribuição dos seus liderados. Tornaram-se verdadeiros especialistas na arte de desmotivar pessoas.
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| 15/10/2008
LÍDERA NA PRATICA
ZILDA ARNS Fonte: www.globo.com
Zilda Arns, um exemplo de liderança fora do mundo empresarial. Médica pediatra e sanitarista bastante conhecida, ela é fundadora e coordenadora nacional da Pastoral Criança, organismo de ação social da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil. Foi cinco vezes indicada ao Premio Nobel da Paz.
A grande missão de Zilda é liderar o trabalho voluntário de mais de 242 mil pessoas na grande causa que abraçou: levar orientação e solidariedade a mais de 1,3 milhão de famílias pobres, acompanhadas todos os meses em ações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, independente de cor, raça, orientação religiosa ou política.
Tudo começou durante uma conversa informal entre o então secretário executivo da Unicef e o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, irmão de Zilda, na época responsável pela arquidiocese de São Paulo. O secretario disse que a Igreja poderia reverter a situação da mortalidade infantil no Brasil. Quando voltou ao país, Dom Paulo procurou a irmã para narrar o teor dessa conversa.
Em pouco tempo nascia a Pastoral da Criança, a partir de um projeto feito pela própria Zilda e apoiado pelo Unicef. Para a primeira experiência foi escolhido o município de Florestópolis, no Paraná, onde o indicie de mortalidade chegava a 127 mortos em mil crianças nascidas vivas. Após um ano de atividade, esse índice caiu para 28 em mil.
Reconhecida por sua eficiência, a entidade está servindo de modelo para vários países da África, América Latina e Ásia. E, paralelamente, o trabalho de Zilda Arns como médica e administradora conquistou diversos prêmios nacionais e internacionais.
A trajetória dessa grande líder faz pensar sobre a forma eficaz com pode ser desempenhada a liderança comunitária, e pergunto a você se haveria diferença entre exercícios da liderança em uma empresa privada, uma instituição pública e uma organização não-governamental?
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| 13/10/2008
EM CIMA DO LANCE
LÍDER APAIXONADO Fonte: www.latinstock.com
A tecnologia muda diariamente, mas a velha chave do sucesso continua sendo este sentimento que se escreve com seis letras: P-A-I-X-Ã-O! Apaixone-se pelas suas causas, atividades, tarefas. Ou mude de profissão, área, emprego, cidade. Do contrário, você jamais terá sucesso no sentido mais profundo. Apaixone-se pelos futuros líderes que você deve formar. Essa sempre será sua causa mais nobre, o seu legado. Apaixone-se pelos valores que você defende, pela possibilidade de superar os obstáculos. Apaixone-se pelo futuro que você deseja inventar para si e para aqueles com quem convive.
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| 10/10/2008
ARTIGO DA SEMANA
DIFICULDADES PESSOAIS A SUPERAR Fonte: www.latinstock.com
A escolha da bagagem para percorrer o caminho como líder não envolve apenas decidir o que levar na viagem. Os líderes eficazes também precisam saber o que NÃO devem levar, o que normalmente toma a forma de certas dificuldades pessoais a serem superadas antes da partida.
A principal delas é uma baixa auto-estima, que inibe as pessoas e as faz duvidar de sua capacidade de liderar e de fazer acontecer. Outra é a timidez, que pode atrapalhar aqueles que querem aproveitar oportunidades de exercer a liderança, principalmente a do tipo que exige iniciativa e capacidade de comunicação.
Nossos medos e fobias também são inimigos internos que nos corroem e podem nos afastar de pessoas e de situações que o líder precisa enfrentar.
Algumas características adquiridas culturalmente às vezes se transformam em sérios obstáculos para o brilho do líder: a face negativa do “jeitinho brasileiro”, na base do “deixa comigo, na hora tudo dá certo, a gente dá um jeito”; a nossa conhecida auto-indulgência, que muitas vezes nos impede de assumir responsabilidades; a falta de assertividade (em vez de dizer claramente o que desejamos, procuramos quase sempre alcançar nossos objetivos de forma indireta); e nossa tradicional visão de curto prazo e falta de compromisso com o futuro, como bem salientar a professora da USP Tânia Casado, em recente, entrevista ao analisar traços da cultura nacional.
Uma dificuldade que merece profunda reflexão é a grande vilã do líder: a falta de comunicação. Este é um dos problemas mais freqüentes que encontro nas empresas para as quais presto consultoria. As boas condições oferecidas pelas chefias nem sempre encontram resposta no nível de entusiasmo e comprometimento das pessoas. Às vezes a insatisfação é generalizada e os líderes ficam sem saber o que fazer para motivar suas equipes.
Se existe, de fato, um interesse legítimo em fazer da organização um lugar onde todos possam trabalhar felizes e todos os esforços são realizados nesse sentido, por que, então, os funcionários continuam insatisfeitos?
A resposta é simples: falta comunicação entre os líderes e suas equipes. Muitas vezes os funcionários sequer conhecem a empresa em que trabalham.
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| 09/10/2008
EM CIMA DO LANCE
PROGRAMA JOVENS EMPREENDEDORES Fonte: www.sebrae.com.br
Engana-se redondamente quem acha que empreendedor é sinônimo de pessoa jurídica – ou seja, que para merecer tal qualificação seria preciso abrir uma empresa. De modo algum! Empreendedorismo é um estado de espírito. Um médico pode ser empreendedor; uma dona-de-casa, um professor, um pintor, um estudante também. Empreender é a arte de trilhar caminhos ainda não percorridos.
Nas empresas, líderes de áreas funcionais como Contabilidade, Logística, Administração e Serviços Gerais também devem ter o espírito empreendedor na hora de atender a outras áreas da empresa que necessitam de seus serviços e se constituem no que se convencionou chamar de “clientes internos”.
As organizações sem fins lucrativos, assim como as escolas, também necessitam desenvolver uma cultura empreendedora. Um bom exemplo vem da Secretaria de Educação do Município de Arujá (SP), que, por meio de um convênio com o Sebrae, implantou o Programa Jovem Empreendedor Primeiros Passos. Evandro Saturi, o gerente local do Sebrae, revelou seu sonho: “Quero que Arujá seja exemplo de que os jovens iniciaram os primeiros passos como empreendedores pelas orientações do programa e se tornaram donos do próprio negócio.”
Destinado a crianças e jovens de 7 a 14 anos, o programa pretende capacitar mais de 2.500 alunos da Rede Municipal de Ensino. O objetivo é estimular os estudantes a pensar e agir como empreendedores. Assim, a oficina e o material didático destinados ao quinto ano (alunos de 10 anos) têm o conteúdo organizado em torno de uma locadora de gibis.
Por meio dessa iniciativa, o município de Arujá está claramente tentando formar uma geração de futuros líderes, não apenas seguidores dos líderes atuais.
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| 08/10/2008
LÍDER NA PRÁTICA
LÍDER OTIMISTA Fonte: André Coelho
“Sempre digo que sou uma otimista irresponsável! E é por isso que fiz tudo o que fiz na vida”.
Explica Abigail Izquierdo Ferreira, nome de batismo da grande dama do teatro brasileiro Bibi Ferreira. Durante sua carreira, colecionou sucessos no Brasil e no exterior em clássicos teatrais, revistas e musicais como My Fair Lady, Hello Doly, O Homem de la Mancha, Piaf, Gota d’água, Bibi in Concert, entre outros.
O otimismo a ajudou a enfrentar muitas dificuldades. Aos 9 anos de idade experimentou o preconceito da época, quando sua matrícula no Colégio Sion, no Rio, foi negada por ela ser filha de um ator de teatro, Procópio Ferreira.
Em 1950, um incêndio no Teatro Carlos Gomes poucos dias após a estréia de uma peça na qual investira alto deixou-a com uma dívida que levou cinco anos para saldar. Em outra ocasião ficou detida em Portugal por três meses, “hospedada” em uma pensão lisboeta até saldar a dívida contraída para produzir um espetáculo que não deu certo. O otimismo de Bibi rendeu-lhe frutos. A grande dama do teatro é uma artista completa: canta, dança, atua, toca piano e violino, compõe. Líder e formadora de opinião no meio artístico, revelou um talento especial também no papel de diretora de shows, peças e musicais de vários artistas famosos como Maria Bethânia, Elizeth Cardoso, Paulo Gracindo, Marília Pêra e Walmor Chagas, entre outros.
Na temporada teatral de 2007, aos 85 anos de idade, continuava na ativa, à frente de uma peça que lotou o Teatro Raul Cortez, em São Paulo, todas as noites. Essa grande artista, grande diretora e grande líder serviu de inspiração para muitos. Em 1996, ninguém menos que a celebrada atriz Fernanda Montenegro, ao entregar-lhe o Prêmio Sharp de Teatro, saudou-a com a seguinte declaração: “Bibi, você sempre foi parte do meu Olimpo teatral (...) Desde sua estréia como Mirandolina, eu sonhei ser como você (...) Pelas centenas de artistas, de colegas que estiveram sob seu comando (...) você é o nosso maior referencial cênico.”
Além do otimismo você conhece outra atitude que o líder necessita para exercer a liderança eficaz?
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| 07/10/2008
ACONTECEU COMIGO
ATITUDES QUE FAZEM TODA A DIFERENÇA Fonte: www.latinstock.com.br
“Pai, você é um líder apenas quando está engravatado no escritório, onde todos falam que você é um exemplo de integridade, transparência, ética, etc. Deveria se comportar do mesmo jeito lá em casa e aqui no aeroporto!”
Foi isso o que falou, em alto e bom som, para quem quisesse ouvir o filho, bem jovem, do vice-presidente de uma empresa multinacional, ao perceber que o pai tentava “furar” a longa fila para o embarque no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
Triste e bastante emocionado, como se estivesse envergonhado, ele me contou que havia convidado o filho para acompanhá-lo a Curitiba em uma viagem de negócios para tentar amenizar as queixas do jovem acerca de suas prolongadas ausências por motivos de trabalho. Confessou que o adolescente o havia chamado de “líder meia-boca”, o que muito o magoara. E resumiu sua angústia nesta pergunta: “Como ser um líder 24 horas por dia e não apenas um líder em meio turno?”.
A pergunta tem razão de ser, afinal a liderança não acontece apenas no trabalho. Muita gente, porém, exerce o papel de líder somente enquanto está no seu ambiente formal, no exercício do seu cargo, e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras situações do cotidiano. Defende certas posições e valores quando usa o crachá da sua organização, mas adota atitudes opostas em casa, no elevador do prédio, com seus vizinhos, no clube, ou dentro de um táxi na hora do engarrafamento.
Aprender a exercer a liderança de forma coerente nas várias dimensões da vida é uma competência importante para quem pretende ser um líder. Mas não é a única; há outra, essencial, que deve ser desenvolvida constantemente: liderar a si mesmo.
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| 03/10/2008
LÍDER NA PRÁTICA
O LUGAR DO LIDER É NA LINHA DE FRENTE (não é na retaguarda...)  Fonte: www.alerj.rj.gov.br
O chileno Marcelo Llévenes, quando era presidente da ex-CERJ e atual Ampla - distribuidora de energia elétrica para 66 municípios do Estado do Rio de Janeiro -- conseguiu reverter os dois principais problemas enfrentados pela empresa: furto de energia e inadimplência. Entenda: 90% dos 5 milhões de usuários da energia fornecida pela Ampla são residenciais, sendo cerca de um milhão deles de baixa renda.
O executivo promoveu uma reviravolta no atendimento aos clientes que gerou resultados positivos. Para isso abandonou as paredes de seu escritório e foi a campo conhecer seu cliente. “Além de prestar serviços, queremos que a interação com o consumidor gere uma mudança na nossa forma de trabalhar”, explica ele.
Llévenes observou que, ao detectarem irregularidades, as empresas, em geral, mandam um funcionário cortar a energia sem negociar com os usuários. O tratamento nem sempre é digno, flexível e transparente. Ele mudou isso dando ao funcionário da linha de frente certa dose de autonomia para resolver os problemas do consumidor, desde que este, em contrapartida, garantisse a diminuição da inadimplência e do popular “gato”, o furto da energia. Assim, mostrou que trabalho comunitário não consiste apenas em filantropia, mas pode ser o motor de uma profunda mudança em uma empresa.
Para conseguir esses resultados, Marcelo comandou uma profunda transformação na cultura e no clima interno da empresa. Quando assumiu seu lugar, uma pesquisa indicava que apenas 36% dos funcionários sentiam orgulho de trabalhar ali. Ele então tomou várias medidas ousadas. Dois anos depois, uma nova pesquisa indicava que 91% das pessoas estavam felizes de pertencer à Ampla.
Convém salientar, porém, que esse tipo de liderança não se restringe ao mundo dos negócios. Também pode ser exercida em outras esferas, embora alguns dirigentes empresariais reconheçam que é mais fácil liderar sua equipe no trabalho do que os filhos em casa ou obter bons resultados de alunos em sala de aula.
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| 02/10/2008
EM CIMA DO LANCE
O LÍDER TEM FOCO  Fonte: www.latinstock.com
O líder prioriza a sua meta em vez de ficar preocupado com o que a concorrência está fazendo.
A falta de foco pode trazer perdas significativas, como aconteceu com a atleta Poliana Okimoto no Pan-Americano de 2007. Favorita na Maratona Aquática de 10km, Poliana perdeu a medalha de ouro por 2 milésimos de segundo. Durante a maior parte da longa prova realizada em mar aberto na praia de Copacabana ela se manteve na segunda posição, muito próxima da rival americana Chloe Sutt.
Nos metros finais, Poliana acelerou o ritmo e ultrapassou a competidora dos Estados Unidos, mas foi dar uma olhada para a adversária na última braçada e atrasou a batida de mão no pórtico de chegada. Terminou em segundo lugar, recebendo a medalha de prata.
Aconteceu com Poliana o que acontece com muitas empresas: perdem o foco na linha de chegada e “fracassam” no momento da vitória. Muitos dirigentes empresariais se dispersam olhando para os concorrentes, deixando de lado seus talentos ou seus clientes, e acabam perdendo a competitividade.
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| 01/10/2008
EM CIMA DO LANCE
INSPIRE OS OUTROS NÃO APENAS PELO DISCURSO, MAS PELO EXEMPLO
 Fonte: www.bemcomum.wordpress.com
Cega, nascida em uma família de pessoas com deficiência visual, a professora do ensino fundamental Maria da Conceição Dias Magalhães ingressou no serviço público por concurso e durante 10 anos trabalhou em uma escola regular da periferia de Belo Horizonte (MG), alfabetizando alunos ditos “normais” e alguns com necessidades especiais – por exemplo, uma estudante com paralisia cerebral. Acabou se tornando referência para vários profissionais.
Desde 2005, Conceição integra, na Secretaria Municipal de Educação, o Núcleo de Inclusão Escolar das Pessoas com Deficiência, que formula políticas públicas escolares inclusivas e promove a formação de educadores. Coordena uma equipe de apoio pedagógico que dá suporte a 36 escolas e ensina o Método Braille a alunos cegos alfabetizados na rede pública municipal.
“Minha experiência como estudante em escolas regulares ajudou-me a compreender melhor meus alunos diferentes”, conta. Na época pregava-se a exclusão. Estudantes com deficiência em geral freqüentavam escolas ou turmas especiais. Hoje, “estimula-se a convivência entre crianças com e sem deficiência para que todas aprendam a lidar com essas limitações de forma natural”, explica a pedagoga, que acompanha com entusiasmo os avanços que estão acontecendo nessa área. “Agora a criança e a família sabem que estar na escola é um direito dela”, afirma.
Comece a inspirar e educar os outros não apenas pelo discurso, mas pelo exemplo, pelas condutas que pautam a vida.
E você, com que valores vai escolher para inspirar as pessoas com que convive?
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| 30/09/2008
ARTIGO DA SEMANA
FAZENDO MAIS QUE O COMBINADO
 Fonte: www.latinstock.com.br
Empreendedores batalhadores conseguem resultados que ultrapassam as expectativas. Não cumprem metas apenas; dão passos adiante, indo além do ponto que anunciaram alcançar. Fazem mais do que o combinado e sabem criar suas oportunidades. Não ficam de braços cruzados esperando acontecer. Estimulam o senso de urgência e não deixam as coisas para amanhã. Surpreendem pela capacidade de transformar sonhos em realidade.
A característica de surpreender pelos resultados é fundamental nestes tempos em que se privilegia, às vezes de forma exagerada, a concepção da estratégia em detrimento da sua execução.
Definir a estratégia é, sem dúvida, uma das importantes tarefas do líder. Espera-se que ele tenha visão de futuro, indique o rumo e estabeleça metas e objetivos a serem atingidos pela equipe. Mas seu papel não termina aí.
Executar a estratégia tornou-se tão ou mais importante do que simplesmente concebê-la. O cemitério corporativo está cheio de empresas com estratégias mirabolantes que jamais foram implementadas. Países e comunidades muitas vezes esperam a concretização de promessas políticas e de planos que nunca saem do papel.
O verdadeiro líder vai muito além de conceber uma estratégia baseada na causa que defende. Ele ou ela executa a estratégia e faz mais que o combinado.
O maior guru de todos os tempos da Administração, Peter Drucker, já dizia: “Líder é tão-somente aquele que atinge resultados”. Permita-me, propor ao respeitado mestre uma pequena alteração – mas que faz toda a diferença: líder é aquele que supera resultados.
E em sua empresa, você faz apenas o esperado ou vai muito além de bater metas?
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| 29/09/2008
EM CIMA DO LANCE
GOL DE LETRA
 Fonte: www.goldeletra.org.br
Oferecer conhecimento e oportunidades às crianças carentes foi o que inspirou o ex-jogador de futebol e grande artilheiro Raí. Quando pendurou as chuteiras, o craque criou a Fundação Gol de Letra em parceria com outro craque e companheiro da seleção tetracampeã, o lateral-esquerdo Leonardo. As atividades iniciaram em 1999, em São Paulo, e se expandiram para Niterói e o Rio de Janeiro. Hoje, a fundação atende 1.500 crianças com a missão de oferecer educação e cultura para transformar suas vidas. E vai de vento em popa.
Raí poderia ter seguido uma carreira mais previsível como técnico de futebol, comentarista esportivo ou até mesmo dirigente de clube. Convites não faltaram a esse atleta, que sempre soube se expressar bem e era, na época, uma das celebridades mais caçadas pela mídia. Ele também foi assediado para virar modelo em campanhas de grifes da moda masculina.
Nada disso lhe subiu à cabeça. Coerente com seus princípios, Raí fez questão de marcar, literalmente, como ele faz questão de dizer, o seu mais belo “Gol de Letra”.
E você, tem manifestado seus valores em casa, no trabalho ou no dia-a-dia?
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| 26/09/2008
ARTIGO DA SEMANA
INTEGRIDADE ACIMA DE TUDO
 Fonte: www.latinstock.com.br
O líder constrói um código de conduta junto aos membros dos grupos dos quais participa em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados. Estimula um clima de integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional e espiritual.
Ao inspirar pelos valores, o líder eficaz constrói uma cultura aceita e compromissada. Na empresa, a cultura é um conjunto de atitudes, hábitos e crenças. Esse conjunto tem impacto na forma pela qual as decisões são tomadas, como se dá a comunicação interna, os conflitos são tratados, a criatividade é ou não estimulada.
Quase todo dia ouvimos falar da importância de adquirir novas competências para aumentar nossa empregabilidade. Mas poucos profissionais conseguem fugir do lugar-comum do binômio “conhecimentos técnicos/habilidades interpessoais” na hora de aprimorar suas qualificações.
Investe-se muito tempo e dinheiro no aprendizado de sofisticadas tecnologias que se tornam obsoletas a uma velocidade inimaginável. Aprende-se um arsenal de truques de relacionamento que nem sempre são aplicáveis no duro cotidiano empresarial; servem, no máximo, para transformar os participantes em gerentes ou chefes mais eficientes no curto prazo, em momentos pontuais.
Pois uma das competências que melhor distinguirá se você é um líder eficaz ou um gerente eficiente será a sua capacidade de inspirar pessoas pelos valores, não apenas pelo poder do seu cargo ou pelo seu eventual carisma. Por isso podemos afirmar que os modelos de liderança baseados apenas na hierarquia estão com os dias contados.
E você, tem inspirado sua família, sua turma, sua equipe, sua comunidade pelos valores que orientam sua vida?
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